Máximas do tipo “Ninguém vai te amar enquanto você não se amar” e “a arrogância é só uma máscara da sua insegurança” podem virar uma história que entra por um ouvido e não sai pelo outro.
Ela é taxista exclusiva da 3ª idade, ele é um vendedor de sapatos. Ela faz um pacto de amor eterno consigo mesma, ele coloca fogo em sua própria mão. Pode parecer viagem de filme independente, mas é a vida de todos nós. Troca o cenário, mudam os personagens e, de repente, é você na tela do cinema. O filme é lindo de morrer. Vale a pena assistir. Nem se for para relembrar a frase que você mais ouviu na vida: “relaxa, você não é o único”.
Só para lembrar, Miranda July dirigiu e é a protagonista.

Eu, você e todos nós – (Miranda July, 2005)
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