Um lugar na platéia

Tem tanta coisa que eu gostaria de dizer, mas fiquei sem energia. Uma mistura de tristeza e felicidade, uma vontade enorme de ir embora para Paris, de cortar meu cabelo curtinho, de ser simples, fácil e harmoniosa, de entender de arte, de voltar a tocar piano.
Muitas descobertas assistindo ao filme “Um lugar na platéia”. “Brilha, brilha estrelinha” é de Mozart; Simone de Beauvoir não era lésbica, quem corre riscos tem uma vida maravilhosa (nem que seja para contar aos outros) e existem 2 tipos de pessoas: as que atendem o telefone e dizem “Quem é o pentelho agora?” e as que olham para o telefone tocando e pensam “humm… quem será?”
No final da história é isso mesmo. O que todo mundo deseja é um lugar na platéia, nem muito atrás, nem muito na frente, no meio.

Um lugar na platéia

Um lugar na platéia – (Danièle Thompson, 2006)

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