Arquivo para a categoria 'Comédias românticas'

Um lugar na platéia

Tem tanta coisa que eu gostaria de dizer, mas fiquei sem energia. Uma mistura de tristeza e felicidade, uma vontade enorme de ir embora para Paris, de cortar meu cabelo curtinho, de ser simples, fácil e harmoniosa, de entender de arte, de voltar a tocar piano.
Muitas descobertas assistindo ao filme “Um lugar na platéia”. “Brilha, brilha estrelinha” é de Mozart; Simone de Beauvoir não era lésbica, quem corre riscos tem uma vida maravilhosa (nem que seja para contar aos outros) e existem 2 tipos de pessoas: as que atendem o telefone e dizem “Quem é o pentelho agora?” e as que olham para o telefone tocando e pensam “humm… quem será?”
No final da história é isso mesmo. O que todo mundo deseja é um lugar na platéia, nem muito atrás, nem muito na frente, no meio.

Um lugar na platéia

Um lugar na platéia – (Danièle Thompson, 2006)

Eu sei de tudo

Fico pensando se todas as vezes que assistir a Notting Hill eu vou chorar. Eu sei a história, eu sei as falas, as dele e as dela, eu sei que eles terminam juntos naquele jardim, o mesmo do “oops-a-daisy”, ele lendo Henry James, ela com a mão na sua barriguinha de 4 meses. Sei o quanto os dois são o casal, ela, a mulher que toda mulher gostaria de ser, ele, o homem que toda mulher gostaria de ter. Eu sei de tudo. Mas, mesmo assim, não consigo me conter na coletiva de imprensa. Os flashs, o rosto dos dois, um sorrindo para o outro, o beijo da Branca de Neve, o sapatinho de cristal entrando nos pés da Cinderela. Eu sei, desde o primeiro travelling por Notting Hill, absolutamente tudo o que vai acontecer no filme. E que eu vou chorar.

Notting Hill

Notting Hill – (Roger Michell, 1999)



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